terça-feira, 29 de agosto de 2017

Escola Adolfo Portela visita Parlamento Europeu


Os alunos de Ciências socioeconómicas (11ºD) da Escola Secundária Adolfo Portela (ESAP), acompanhados de dois docentes, deslocaram-se a Bruxelas, nos dias 6 a 8 de maio, com o objetivo de aprofundarem os seus conhecimentos, nomeadamente os que foram adquiridos nas aulas de Economia A e Geografia A, disciplinas de formação específica que integram nos seus curricula temáticas ligadas às questões europeias.
Um dos pontos altos desta visita foi a entrada no hemiciclo do Parlamento Europeu, no sábado, dia 6, no Âmbito do Open Day 2017, o único dia do ano em que o Parlamento pode ser visitado. Na segunda, dia 8, foram recebidos pelo eurodeputado Carlos Coelho, que lhes deu a conhecer as competências e o papel do maior parlamento transnacional do mundo.
“Esta viagem, proporcionada pelo eurodeputado Carlos Coelho, funcionou para nós, alunos de ciências socioeconómicas, como um contacto próximo com uma realidade que agora nos é mais chegada e, por certo, assumirá uma extrema importância no nosso futuro: a União Europeia e nós como cidadãos europeus. Em suma, esta viagem proporcionou-nos uma visão mais clara da política e economia nacionais e europeias, não esquecendo a possibilidade de conhecer uma cultura diferente”, referiu Joana Almeida, delegada de turma.
Como referiu Paula Martins, uma das professoras acompanhantes, esta visita só foi possível graças ao empenho e ao apoio do Dr. Paulo Matos, na preparação da visita e no contacto com o eurodeputado Carlos Coelho.




segunda-feira, 8 de maio de 2017

Tanto faz a idade, Brinca com a Europa!

Sabes muita coisa acerca da Europa? O divertido é verificar o que se sabe e aprender sempre mais. Estes jogos são divertidos, como devem ser todos os jogos.
Clica neste link e vem aprender a brincar!



quinta-feira, 4 de maio de 2017

Concurso Fotográfico

O que perdes ao tentar?


A Europa das Pessoas

A divisa da União Europeia, «Unida na diversidade», começou a ser utilizada no ano de 2000, para não esquecermos que não é apenas um espaço económico ou criado para zelar pela paz. É sobretudo um espaço de pessoas toda diferentes em termos culturais, tradições e línguas, um espaço de vivências, de individualidades.
Foi nesse sentido que as silhuetas ganharam hoje vida, uma história e um percurso através das biografias imaginadas e coladas nas costas de cada uma delas. 
Não são vidas fáceis, mas podia ser a vida daquele senhor que tu encontras todos os dias no café, do jovem perto do qual te sentas no comboio, do corpo deitado no banco do jardim ou do colega que nunca mais apareceu na escola. Podia ser a minha vida ou a tua também...



sexta-feira, 28 de abril de 2017

Dar Corpo aos Problemas

No Clube das Artes, as tesouras recortam silhuetas alusivas ao tema "Por Uma Europa de Valores".
As silhuetas ilustram pela negativa, no sentido de alertar para o caminho que ainda resta a percorrer em pleno século XXI e assim despertar consciências, fazer emergir os valores intrínsecos ao ser Humano.
Enquanto se recorta, se ajusta e se admira o resultado do trabalho, vai-se falando e imaginando a vida das pessoas por trás destas silhuetas anónimas que são corpos de uma multidão de pessoas que conhecemos e sabemos existir, de outras tantas que fazem a primeira página dos jornais pelos piores motivos. É gente real por detrás de cada silhueta.
Ao contrário do que diz esta canção, todos somos responsáveis e todos temos um papel a desempenhar para tornar o mundo um espaço melhor.







quinta-feira, 27 de abril de 2017

Tema 1: Cyberbullying

O tema tratado na aula de francês de hoje foi o cyberbulling.


Depois de tratar do vocabulário relativo aos valores da Europa, a minha intenção era projetar imagens  alusivas aos mesmos para que os alunos as enquadrassem num tema a ser posteriormente  debatido. Isto foi a contar que a tecnologia estaria do meu lado e colaboraria comigo no bom desenrolar da atividade. Isso seria no ideal mas a realidade é bem diferente do mundo ideal.




Os alunos levaram para a brincadeira e disseram que o computador não estava a ser meu amigo. O tema estava lançado. Desafiei-os a apontar exemplos em que o perigo pode mesmo vir por aqui, do mundo virtual, da internet
Definiram a palavra CYBERBULLYING e apontaram-no como sendo um dos tipos de violência do nosso século.
Para quem ainda não esteja dentro da terminologia e não saiba do que se trata, aqui vai uma definição de cyberbullying.


Mostrando que são alunos atualizados e atentos aos problemas e aos perigos da Internet, falaram imediatamente do "jogo" da Baleia Azul.
Quando perguntei se sabiam porque seriam jovens e adolescentes os alvos de tal violência, deram-me uma resposta que me surpreendeu. Disseram-me que era por causa da solidão.
Como podem jovens sentir que o que levaria outros jovens, como eles, a aderirem a tal "jogo", fosse um sentimento de extrema solidão?
Muitos alunos da turma não sabiam em que consistia esse desafio da Baleia Azul e os outros lá foram explicando. Todos acabaram por concluir que depois de apanhados na teia do medo (pelas ameaças de retaliações contra a família), muitos veriam como única saída continuar até o desafio final que consiste no suicídio.
Só nos podemos defender das coisas que conhecemos e falar dos problemas desmistifica e aponta soluções. Perceber que dificilmente seriam postas em prática tais ameaças à família e que se deve denunciar esta violência por ecrã "interposto", deixou-me na esperança de que seria mais difícil serem apanhados desprevenidos.
Ficou muito por dizer sobre este tema, mas lá voltaremos...quando o computador da sala estiver do meu lado.
Deixo aqui o link para um artigo que fala especificicamente do que me recuso a continuar a apelidar de jogo, porque o saber e o conhecimento continuam a ser a melhor arma contra as trevas.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Chandeleur 2017

Reedição da Chandeleur, desta vez com o 8ºC. Este dia dos crêpes foi alegre, divertido, guloso e proveitoso. Todos se empenharam, cada um a seu modo, para que resultasse num momento de partilha para todos.
Uns, trouxeram à luz do dia talentos desconhecidos e tornaram os crêpes um pouco mais "lusoaveirense" com ovos moles caseiros, outros trouxeram generosamente outros recheios ou utensílos, outros ainda mostraram a sua organização, gentileza e disponibilidade.
Muito obrigada turma!
E o Francês, e a cultura? Nada disso foi esquecido, mas não devemos esquecer os valores trabalhados numa "aula" destas e as pessoas por detrás dos alunos.